Bolsonaro quer aprovar reforma da Previdência este ano e Moro ministro

Bonner defendeu a Folha de S.Paulo depois de duras críticas do deputado ao jornal

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) concedeu à TV Record sua primeira entrevista exclusiva depois da votação de segundo turno, realizada neste domingo (28), em que conseguiu mais de dez milhões de votos a mais que Fernando Haddad (PT). Depois, falou ao SBT, à RedeTV! e à TV Globo (veja os vídeos abaixo).

Entre outras coisas, Bolsonaro disse que vai convidar o o juiz federal Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato em Curitiba (PR), para ser ministro da Justiça ou do Supremo Tribunal Federal (STF). “Se houver interesse da parte dele, com toda certeza será uma pessoa de extrema importância num governo como o nosso”, afirmou.

O presidente declarou que pretende que seja colocado em votação, ainda este ano, pelo menos um trecho da reforma da Previdência proposta pelo governo Temer. “Buscaremos aprovar (este ano) alguma coisa, como reforma da Previdência. Se não tudo, alguma parte, pois evitaria problemas para o futuro governo.”

Bolsonaro voltou a fazer críticas à imprensa e, em especial, dirigiu sua reclamação mais contundente ao jornal Folha de S.Paulo (leia mais abaixo), que recentemente publicou reportagem sobre uma indústria de mensagens via WhatsApp disparadas em massa contra o PT e bancada por empresários apoiadores de Bolsonaro.

Eleito com 57,8 milhões de votos (39% do eleitorado), ele voltou a insistir na versão de que, quando era ministro da Educação do ex-presidente Lula (2003-2010), Fernando Haddad (PT) viabilizou a distribuição do chamado “kit gay” em escolas brasileiras, de forma a introduzir crianças e adolescentes em temas referentes à homossexualidade. A questão foi usada recorrentemente contra o presidenciável petista durante a campanha, mesmo depois de decisõesdo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a respeito da disseminação de notícias falsas na disputa, entre elas o próprio kit gay.

<< TSE diz que “kit gay” não existiu e proíbe Bolsonaro de disseminar notícia falsa

Em outro momento da entrevista, a apresentadora do Jornal Nacional Renata Vasconcelos (TV Globo) lembrou recente discurso em que Bolsonaro, dirigindo-se a eleitores aglomerados na Avenida Paulista, em São Paulo, prometeu “varrer os vermelhos” do mapa. Era uma referência a petistas, comunistas e demais defensores da esquerda brasileira. Mas o deputado reconheceu a inadequação da fala e a atribuiu ao calor da disputa, acrescentando que se referia apenas “à cúpula do PT e à do Psol”.

Simpático à política norte-americana de armamento populacional, o capitão da reserva confirmou as expectativas e já disse que trabalhará para derrubar o Estatuto do Desarmamento. Defensor da posse de armas em residências pelo cidadão comum, e não o porte em si, ele prometeu articular o fim da legislação antes mesmo de assumir o comando do Executivo federal.

Bolsonaro também foi provocado a falar também de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), uma das principais bases sociais dos governos petistas. Nesse ponto da entrevista, o deputado foi enfático: “Não tem o que conversar com o MST.”

Outro rumor que agora ganha força com a eleição de Bolsonaro é a privatização, ou mesmo extinção, da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que tem natureza estatal. Caso ela continue em funcionamento, avisa o futuro presidente, vai se limitar a fazer anúncios oficiais na TV comercial.

Bronca e defesa

No momento em que Bolsonaro faz a crítica à Folha, William Bonner, apresentador do Jornal Nacional (TV Globo), lembra que o presidente eleito defendeu o fechamento do jornal. Diante da pergunta do jornalista (veja no primeiro vídeo abaixo, aos quatro minutos e 25 segundos), o deputado do PSL citou outras reportagens do mesmo veículo de imprensa e disparou:

“Aproveito o momento para que nós façamos justiça no Brasil. Tem uma senhora de nome Valdenice, minha funcionária, que trabalhava na Vila Histórica de Mambucaba [Angra dos Reis, RJ] e tinha uma lojinha de açaí. O jornal Folha de S.Paulo foi lá em 10 de janeiro, fez uma matéria e a rotulou, de forma injusta, como [funcipnaria] fantasma. É uma senhora, mulher, negra e pobre. Só que, nesse dia 10 de janeiro, segundo boletim administrativo da Câmara de 19 de dezembro, ela estava de férias. Então, ações como essa, por parte de uma imprensa que não volta atrás, mesmo a gente mostrando a injustiça que cometeu com uma senhora, logicamente eu não posso considerar essa imprensa digna”, protestou.

>> Em prática ilegal, empresas bancam campanha contra o PT pelo WhatsApp, diz Folha

“Não quero que ela acabe. Mas, no que depender de mim, não terá apoio do governo federal, na propaganda oficial do governo, imprensa que se comportar dessa maneira, mentindo descaradamente”, acrescentou Bolsonaro.

Neste momento da entrevista, William Bonner insiste em saber se o entrevistado dizia, claramente, não querer que a Folha “acabe”. “Por si só, esse jornal se acabou. Não tem mais prestígio nenhum. Quase todas as fake news que se voltaram contra mim partiram da Folha de S.Paulo”, acrescentou o deputado, passando então a se referir à reportagem sobre o esquema de mensagens via WhatsApp, a que chamou de “grande mentira”.

Em seguida, Bonner passa a defender a Folha, depois de dizer que o próprio Jornal Nacional, do qual é editor-chefe, já sofreu críticas “injustas” do jornal paulista. E concluiu: “A Folha é um jornal sério, que cumpre um papel importantíssimo na democracia brasileira”.

Diante da fala de Bolsonaro sobre os registros da Câmara, o site da Folha veiculou reportagemmostrando que a versão do deputado é equivocada. “Desde a primeira reportagem, publicada em 11 de janeiro, Bolsonaro vem dando diferentes e conflitantes versões sobre a assessora para tentar negar, todas elas não condizentes com a realidade.. Ao Jornal Nacional, ele disse que a assessora estava em férias quando o jornal visitou o local pela primeira vez, em janeiro, e não disse, porém, que a Folha retornou ao local em agosto e comprou das mãos da funcionária um açaí e um cupuaçu durante horário de expediente da Câmara”, explicou a matéria.

TV preferida

A emissora escolhida por Bolsonaro para veicular a primeira entrevista exclusiva, a Record, tem como dono o bispo Edir Macedo, que declarou apoio público a Bolsonaro já antes do primeiro turno. O líder religioso é também o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, e mobilizou grande parte do eleitor evangélico a favor de Bolsonaro. Com a escolha pela emTV do bispo, o deputado tira de sua principal rival, líder de audiência há décadas, a primazia na transmissão da já tradicional primeira entrevista no horário nobre pós-eleição.

Veja abaixo as quatro entrevistas em vídeo.

Na Globo:

Na Record:

No SBT:

Ibope no Amapá, votos válidos: Capi, 53%; Waldez, 47%

  • Ibope no Amapá, votos válidos: Capi, 53%; Waldez, 4
    Nos votos totais, Capi tem 48%, e Waldez, 42%. Pesquisa é a segunda do Ibope no 2º turno das eleições no AP.
    Por G1 AP — Macapá

Pesquisa Ibope – votos válidos, pesquisa 2º turno no Amapá

O Ibope divulgou nesta sexta-feira (26) o resultado da segunda pesquisa do instituto sobre o 2º turno da eleição para governador no Amapá. O levantamento foi realizado entre quarta-feira (24) e sexta-feira (26) e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Capi (PSB): 53%
Waldez (PDT): 47%
Capi e Waldez estão tecnicamente empatados no limite da margem de erro. Na pesquisa anterior, Capi tinha 52% e Waldez, 48%.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais
Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Capi (PSB): 48%
Waldez (PDT): 42%
Em branco/nulo: 8%
Não sabe: 2%
Pesquisa Ibope – votos totais, pesquisa 2º turno no Amapá — Foto: Rede Amazônica/Reprodução
Pesquisa Ibope – votos totais, pesquisa 2º turno no Amapá — Foto: Rede Amazônica/Reprodução
Rejeição
A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para governador. O instituto perguntou: “Para cada um dos candidatos a Governador do Amapá que eu citar, gostaria que o(a) sr(a) me dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele:”

Capi

Com certeza votaria nele para governador – 35%
Poderia votar nele para governador – 17%
Não votaria nele de jeito nenhum – 33%
Não o conhece o suficiente para opinar – 13%
Não sabem ou preferem não opinar – 2%
Waldez

Com certeza votaria nele para governador – 30%
Poderia votar nele para governador – 18%
Não votaria nele de jeito nenhum – 39%
Não o conhece o suficiente para opinar – 10%
Não sabem ou preferem não opinar – 3%
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 812 eleitores.
Quando a pesquisa foi feita: 24 a 26 de outubro
Registro no TSE: BR-00570/2018
Registro no TRE: AP-03571/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: Rede Amazônica
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 3 pontos, para mais ou para menos.

O que ela quer da gente é coragem

Via Agência Pública
“O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.”

O trecho de Guimarães Rosa foi citado na posse da primeira mulher a assumir a presidência do Brasil, em 2011. Presa e torturada pela ditadura, ela também havia enfrentado um tratamento de câncer durante a campanha, e sabia o risco de assumir a presidência sendo chamada de “poste” de Lula. E pagaria o preço, sem jamais lhe faltar a qualidade destacada pelo escritor em “Grandes Sertões”.

Nessas eleições, é preciso lembrar do impeachment de Dilma – e não apenas porque vivemos a continuidade desse processo. A frase emblemática de Bolsonaro na votação do impeachment também ganha atualidade. “Pelo coronel Carlos Brilhante Ustra, o pavor de Dilma Rousseff”, disse o então deputado.

Bolsonaro não queria apenas homenagear o primeiro agente da ditadura declarado oficialmente torturador, em 2008. Ele apelou para o “pavor” que inspiram os militares do golpe, cravando o medo como “afeto político central” de sua campanha, nas palavrascerteiras do intelectual Vladimir Safatle.

Às vésperas das eleições, o medo é quase palpável. Está nos depoimentos pungentes das pessoas que sofreram com torturas, mortes e desaparecimentos pelas mãos da ditadura. Está nos relatos das pessoas agredidas depois do primeiro turno das eleições, como mostrou o levantamento da Pública. Chega a doer na mensagem da amiga gay que receia sair de casa por se sentir alvo do ódio insuflado por pastores e políticos. Envergonha na tibieza dos ministros do TSE, que sequer conseguiram evitar que os boatos sobre as urnas turvassem as eleições, já sombrias. Aparece na tentativa de intimidação aos jornalistas, cada vez mais implacável, exposta no assédio sofrido pela jornalista que investigou o patrocínio da avalanche de fake news que recaiu sobre uma sociedade acuada, mais disposta a perseguir do que a compreender.

Uma linha na reportagem da Folha sobre o caso da repórter ameaçada nos dá, porém, uma preciosa indicação de como enfrentar o medo seja qual for o cenário pós-eleitoral. “Patrícia Campos Mello permanece na apuração do caso”, diz o jornal. Nós agradecemos, Patrícia.

Normalizar a mentira, o discurso pró-tortura, a ditadura, a homofobia, o racismo, e o machismo é mais grave – e duradouro – do que qualquer resultado eleitoral.

Marina Amaral, codiretora da Agência Pública

41% não votaria em Waldez Góes de jeito nenhum

Pesquisa Ibope:

A pesquisa  apontou o potencial de voto e rejeição para governador:  A Rejeição do candidato Waldez Góes é de 41% e de Capi é de 32%.

O Ibope divulgou na sexta-feira (19) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição para governador no Amapá. O levantamento foi realizado entre terça-feira (16) e quinta-feira (18) e tem margem de erro de 3 pontos, para mais ou para menos. Veja os números:

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Considerando a margem de erro, Capi e Waldez estão tecnicamente empatados.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Votos totais

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

  • Capi (PSB): 47%
  • Waldez (PDT): 43%
  • Em branco/nulo: 8%
  • Não sabe: 2%

Rejeição

A pesquisa também apontou o potencial de voto e rejeição para governador. O instituto perguntou: “Para cada um dos candidatos a Governador do Amapá que eu citar, gostaria que o(a) sr(a) me dissesse qual destas frases melhor descreve a sua opinião sobre ele:

Capi

  • Com certeza votaria nele para governador – 33%
  • Poderia votar nele para governador – 20%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 32%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 13%
  • Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Waldez

  • Com certeza votaria nele para governador – 28%
  • Poderia votar nele para governador – 17%
  • Não votaria nele de jeito nenhum – 41%
  • Não o conhece o suficiente para opinar – 11%
  1. Não sabem ou preferem não opinar – 2%

Ibope divulga o índice de rejeição dos candidatos para o governo do Amapá — Foto: Rede Amazônica/ReproduçãoIbope divulga o índice de rejeição dos candidatos para o governo do Amapá — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Ibope divulga o índice de rejeição dos candidatos para o governo do Amapá — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 812 eleitores.
  • Quando a pesquisa foi feita: 16 a 18 de outubro
  • Registro no TSE: BR-07224/2018
  • Registro no TRE: AP-09652/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: Rede Amazônica
  • O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 3 pontos, para mais ou para menos. Fonte G1 Amapá

Vox Populi: diferença entre Bolsonaro e Haddad pode ser menos de 2%

Via Blog do Esmael Morais

Pesquisa do Vox Populi divulgada nesta sexta-feira (19) marca o início da grande virada de Fernando Haddad (PT). O instituto informa que, dentro da margem de erro de 2,2% para mais ou para menos, a diferença em relação ao líder Jair Bolsonaro (PSL) pode ser menos de 2%.

O Vox Populi ressalta que o levantamento realizado entre os dias 16 e 17 se deu antes do estouro do escândalo do caixa 2 na campanha de Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa, no cenário estimulado, Bolsonaro aparece com 44% das intenções de votos – 53% dos votos válidos, que exclui brancos/nulos e indecisos -; Haddad tem 39% – 47% dos válidos. Faltam apenas 6 pontos para o petista alcançar o ex-militar.

“Considerada a margem de erro da pesquisa (2,2%) a diferença entre os dois candidatos pode chegar a menos de 2%”, assegura o Vox Populi.

A pesquisa CUT-Vox Populi foi realizada nos dias 16 e 17 de outubro. Foram feitas 2.000 entrevistas, em 120 municípios, com pessoas com 16 anos ou mais, residente em áreas urbanas e rurais, de todos os estados e do Distrito Federal, em capitais, regiões metropolitanas e no interior, de todos os estratos socioeconômico.

A margem de erro é de 2,2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

Empresários gastam até R$ 12 milhões para impulsionar fake news pró Bolsonaro no Whatsapp, diz jornal

Empresários gastam até R$ 12 milhões para impulsionar fake news pró Bolsonaro no Whatsapp, diz jorna
A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e pode levar a cassação da chapa, segundo especialista.

Por Redação

Reportagem de Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (18), revela que um grupo de empresários – entre eles Luciano Hang, dono da Havan – está contratanto empresas para disparar fake news contra o PT para a campanha de Jair Bolsonaro (PSL). A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

Na prestação de contas do candidato Jair Bolsonaro (PSL), consta apenas a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital, como tendo recebido R$ 115 mil para mídias digitais. Segundo a reportagem, os contratos chegam a R$ 12 milhões e devem fomentar uma grande campanha de ódio contra o PT a partir de domingo (21), na última semana da campanha.

As empresas compram de agências – como a QuickMobile, Yacows, Croc Services e SMS Market – um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.

Ouvido pela reportagem, Diogo Rais, professor de direito eleitoral da Universidade Mackenzie, diz que a compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada de campanha, o que é vedado.

Ele não comenta casos específicos, mas lembra que dessa forma pode-se incorrer no crime de abuso de poder econômico e, se julgado que a ação influenciou a eleição, levar à cassação da chapa.

Povos indígenas do Amapá e norte do Pará declaram voto em Haddad

  • ELEIÇÕES 2018
  • Lilian Campelo

    Belém (PA)

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    ” Apoiamos o candidato (…) Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade”, afirma nota dos povos indígenas / Divulgação/Agência Brasi

A Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará (APOIANP) declaram voto ao candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) e veem nas propostas do ex-ministro da Educação sensibilidade às necessidades dos povos indígenas.

Em nota, a APOIANP também enfatiza que teme que o candidato da extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), que atualmente tem mandato de deputado federal, assuma o poder e apoie a revogação da homologação das terras indígenas. Em diversas entrevistas, o candidato do PSL já declarou que pretende frear o processo de demarcação de novas terras indígenas e permitir que eles possam comercializar seus territórios.  

“Não aceitamos que essa proposta de governo repleta de ódio, rancor e intolerância nos marginalize e tente retirar de nós indígenas aquilo que nos é mais importante, nossa liberdade, autonomia, cultura, identidade, organização social, nossa existência e direito de viver em nossas terras hoje e no futuro. Não podemos apoiar essa ameaça às nossas conquistas arduamente alcançadas com luta e diálogo com os governos passados”, informa a nota.

Na semana passada, dia 2, a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) declarou oficialmente apoio a Bolsonaro. Composta por parlamentares da bancada ruralista a frente representa uma ameaça aos direitos dos povos indígenas, como propostas de projetos voltados ao agronegócio que avançam sobre os seus territórios.

A Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará afirma que as propostas do candidato petista abrigam diversidade e respeito aos povos indígenas.

“Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que apresenta uma postura de diálogo aberta e plural, sem exclusão, sem palavras e ações ofensivas. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade e ainda assim nos considerar brasileiros. Pela nossa existência, diga: #elenão! Diga não a esse mal nefasto! ”.

Confira a nota completa da APOIANP

Nós, povos indígenas do Amapá e Norte do Pará, brasileiros originários que vivem nestas terras muito antes do país ser chamado de Brasil, viemos manifestar nossa preocupação frente ao cenário político-eleitoral que está para definir nas próximas semanas os rumos da democracia brasileira e o futuro de nossas aldeias, comunidades e juventude. No passado éramos uma maioria absoluta de pessoas que viviam nestas terras, hoje, vencidos os 500 anos de genocídios promovidos pelas armas e doenças e, que, provocaram a diminuição drástica da população indígena, vivemos um momento de insegurança quanto ao nosso futuro. Nossas conquistas são frutos de nós indígenas em movimento, vieram através de muita luta e enfrentamento ao mundo não indígena, assim como da vida e da morte de tantas lideranças de norte a sul, de leste a oeste.

Juntos representamos uma considerável diversidade cultural e linguística, estatisticamente somos contabilizados em mais de 300 povos distintos, falantes de quase 200 línguas indígenas, mas que apesar das muitas conquistas, sobretudo garantidas na Constituição Federal de 1988, ainda precisamos continuar lutando para a permanência de nossos direitos conquistados pelo sangue de nossos antepassados.

Estamos temerosos com o discurso de ódio e de intolerância que surge entre nós, indígenas e não indígenas, nestas eleições de 2018.

Todos os anos mostramos aos sucessivos governos políticos brasileiros que continuamos existindo, promovemos o Acampamento Terra Livre em Brasília na data em que as escolas costumam comemorar o “dia do índio” – abril indígena – exatamente para mostrar aos governantes do Congresso Nacional que somos vigilantes na garantia de nossos direitos constitucionais e que não aceitaremos a revogação de nenhuma terra! Muitos não índios, representados pela bancada da “bala”, do “boi” e da “bíblia”, continuam invadindo e usurpando nossas terras com o objetivo de transformar o Brasil e a Amazônia numa lavoura de soja ou numa boiada produtiva. Não aceitamos que em “nome de Deus” e da “família” o “inominável” – também conhecido como #elenão – apoie a revogação da homologação de nossas terras, barre a “demarcação já” que dá esperança de futuro às novas gerações. Não aceitamos que essa proposta de governo repleta de ódio, rancor e intolerância nos marginalize e tente retirar de nós indígenas aquilo que nos é mais importante, nossa liberdade, autonomia, cultura, identidade, organização social, nossa existência e direito de viver em nossas terras hoje e no futuro. Não podemos apoiar essa ameaça às nossas conquistas arduamente alcançadas com luta e diálogo com os governos passados.

Queremos viver em nossas terras, sem ameaças veladas e sorrateiras, queremos prosseguir na luta por saúde e educação específica e diferenciada, sem imposições e silenciamentos. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que é sensível as necessidades dos povos indígenas! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que acredita que o Brasil pode abrigar a diversidade que somos e representamos! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que respeita nós povos indígenas como somos, sem querer nos transformar em algo que não queremos! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que acredita na educação para todos, numa educação diferenciada, multilíngue e autônoma! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que não irá nos trair pelas nossas costas, revogando a demarcação e homologação de nossas terras! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que apresenta uma postura de diálogo aberta e plural, sem exclusão, sem palavras e ações ofensivas. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade e ainda assim nos considerar brasileiros. Pela nossa existência, diga: #elenão! Diga não a esse mal nefasto!

Macapá, 10 de outubro de 2018.

Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará (APOIANP)

 

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“Andar com fé”

Estado do Amapá – O círio de Nazaré em Macapá

A primeira procissão do Círio de Nazaré realizada em Macapá aconteceu em 1934, quando as religiosas da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria, ao comando da senhora Éster Benoniel Levy, esposa do então prefeito de Macapá, major Moisés Eliezer Levy. A pesar da cidade já tr seu padroeiro, São José, cuja festa é realizada todo dia 19 de março, a concentração de romeiros do Círio de Nazaré em Macapá concegue ultrapassar, em volume de massa, os penitentes do próprio padroeiro São José, crescendo a cada ano o número de fiéis.
No Estado ele segue a tradição do Pará, sendo realizada a festa sempre no segundo domingo de outubro. Apesar do grande número de romeiros em Macapá, o Círio é uma festa de paraenses. A presença da Virgem andando pelas ruas de Macapá nesse período, é justificável historicamente. É que Macapá pertencia, juntamente com Mazagão, ao Estado do Pará até 1943, quando foi criado o Território Federal do Amapá.
A confecção da indumentária da santa foi, por alguns anos, obras de uma devota fiel, de nome Raimunda Mendes Coutinho, educadora da fase territorial do Amapá, já falecida, e conhecida popularmente por Dona Guita. Mas a exemplo das religiosas da congregação fundada pelo padre Júlio Maria Lombaerde, várias outras congregações como Religiosas de Maria Menina (Bartoloméa), não mediram esforços para que a maior festa religiosa do Estado tivesse, ao longos dos tempos, um colorido maior

INTERESSES NACIONAIS: Amapá, municípios e OAB questionam remanejamento de varas de fronteira para o DF

Por Sérgio Rodas

A decisão da Corregedoria Nacional de Justiça de remover varas federais em regiões de fronteira no Amapá para o Distrito Federal é inconstitucional, pois só poderia ser feita por lei. Além disso, a medida afetaria interesses nacionais e o desenvolvimento da região. Com esses fundamentos, o estado do Amapá, os municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil impetraram mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para evitar a extinção das varas federais nessas duas cidades.

Para entidades, decisão do ministro Noronha (Foto) foi inconstitucional.
Gustavo Lima

No fim de 2017, a Corregedoria Nacional de Justiça, então comandada pelo ministro João Otávio de Noronha, atual presidente do Superior Tribunal de Justiça, questionou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região sobre as varas com percentual de distribuição inferior a 50% de casos novos.

Após obter a resposta, Noronha concedeu liminar para proibir o presidente do TRF-1 de promover a lotação de novos juízes, tanto por promoção quanto por remoção, para as varas únicas de Oiapoque (AP), Laranjal do Jari (AP), Tefé (AM), Tabatinga (AM), Juína (MT); para a 4ª Vara Federal de Macapá (AP), para a 1ª Vara Federal de Guajará-Mirim (RO) e para a 1ª Vara Federal de Diamantino (MT) – todas elas em região de fronteira com outros países. Em sua decisão, o então corregedor nacional sugeriu a realocação das varas para o Distrito Federal. A liminar foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça em fevereiro de 2018.

Um mês e meio depois, a Defensoria Pública da União impetrou mandado de segurança, com pedido de liminar, no Supremo Tribunal Federal contra a decisão do CNJ. De acordo com a DPU, o CNJ não tem competência constitucional para alterar a localização de varas situadas por lei ou por ato do Conselho da Justiça Federal. A entidade enfatizou que a divisão judiciária deve considerar diversos critérios, mas apenas um – o número de processos – estaria sendo levado em conta pelo conselho.

A Defensoria afirmou que remanejar para o Distrito Federal varas criadas com o objetivo de interiorizar a Justiça Federal, atender à Amazônia Legal e as regiões de fronteira viola diversos princípios constitucionais. Entre eles, o princípio federativo, a dignidade da pessoa humana, a separação dos poderes, a justiça social, o acesso à Justiça e os princípios da moralidade e da legalidade.

Porém, o ministro do STF Gilmar Mendes negou, em maio, o pedido da DPU. Segundo ele, o CNJ Conselho Nacional de Justiça tem competência para mudar varas de local e agir da forma que entender ser melhor para o bom funcionamento do Judiciário.

Nova tentativa
No fim de sua gestão como corregedor nacional de Justiça, Noronha determinou, monocraticamente, que o TRF-1 remanejasse as varas de Oiapoque e Laranjal do Jari para a criação de duas varas cíveis no Distrito Federal.

Para evitar essa medida, o estado do Amapá, os municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil impetraram, em setembro, outro MS ao Supremo. Na ação constitucional, as partes criticam a decisão de Noronha.

“Em resumo, o antigo corregedor nacional de Justiça pediu providências para ele mesmo e decidiu ele mesmo o mérito do seu pedido, cuja análise é da competência privativa do Plenário do CNJ, mandando o TRF-1 encaminhar para ele mesmo no Conselho da Justiça Federal, que irá presidir como novo presidente do STJ, a proposta dele mesmo de retirar as varas federais dos municípios impetrantes, numa atitude rasteira e açodada que deve ser imediatamente extirpada do mundo jurídico”.

Na visão das entidades, Noronha agiu em conluio com a atual direção do TRF-1 para concretizar um “ato ilegal e arbitrário”, “atropelando” a competência do Plenário do CNJ para prejudicar os moradores de Oiapoque e Laranjal do Jari.

O remanejamento das varas, conforme os autores, viola o princípio da legalidade. Isso porque as varas das cidades do Amapá foram criadas pela Lei 12.011/2009. Assim, não poderiam ser extintas por decisão da Corregedoria Nacional de Justiça.

Noronha apontou dois motivos para justificar o remanejamento das varas para o DF: a baixa movimentação processual delas e seu elevado custo de manutenção.

A primeira razão não faz sentido, criticaram as entidades, uma vez que a movimentação processual não foi levada em conta na decisão pela implementação das varas de fronteira. “O que se levou em conta foi a necessidade pública em assegurar a presença da Justica Federal para proteger os interesses nacionais na região, dirimir conflitos, aplicar a lei, reprimir infrações em detrimento de bens e serviços da União e suas entidades, e, sobretudo, proporcionar o desenvolvimento regional favorecendo um povo que sempre foi abandonado pelo Poder Central”.

Com relação ao segundo ponto, as partes sustentaram que as cidades do Amapá não recebem gastos diretos do governo federal, enquanto o DF é beneficiário de R$ 23,44 bilhões anuais. Em vez de desenvolver a região, o corregedor nacional de Justiça buscou “aumentar as desigualdades regionais, aumentar as desigualdades sociais, construir uma sociedade injusta e individualista, promover o preconceito e a discriminação contra o povo mais pobre do interior do país e açoitar o direito ao desenvolvimento dos municípios impetrantes”.

Clique aqui para ler a íntegra da petição

Raio-x dos parlamentares candidatos do Amapá

O Congresso em Foco apresenta o perfil dos parlamentares que disputam algum mandato eletivo em 2018. Na lista, apresentada por estado, você pode saber como cada candidato se posicionou em algumas das votações mais polêmicas dos últimos anos e se ele responde a algum tipo de acusação criminal. Acompanhe a assiduidade do congressista no primeiro semestre e o quanto cada um gastou de verba pública para cobrir despesas atribuídas ao mandato desde fevereiro de 2015, quando começou a atual legislatura.

Senadores que estão na disputa. Clique no nome é acesse as informações:

Entenda as votações

Deputadas e deputados que estão na disputa

Pesquisa Ibope: Capi, 32%; Waldez, 27% e Davi, 25% Cirilo, 5%, Gianfranco, 1%.

Via G1 – Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Amapá:

Capi (PSB): 32%
Waldez (PDT): 27%
Davi (DEM): 25%
Cirilo (PSL): 5%
Gianfranco (PSTU): 1%
Brancos/nulos: 7%
Não sabe: 3%
A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. Como a margem de erro é de 3% para mais ou para menos, Capi e Waldez estão empatados tecnicamente. Também há empate técnico, dentro da margem de erro, entre Waldez e Davi, no segundo lugar.

No levantamento anterior, feito de 13 a 16 de agosto, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Capi: 33%; Waldez: 26%; Davi: 20%; Cirilo: 4%; Gianfranco: 2%; Brancos/nulos: 12%; Não sabe: 4%.

Sobre a pesquisa desta segunda-feira (17):
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais
Quando a pesquisa foi feita: 14 a 16 de setembro
Registro no TRE: AP‐05769/2018
Registro no TSE: BR‐03187/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Capi (PSB): 27%
Waldez (PDT): 25%
Davi (DEM): 19%
Cirilo (PSL): 3%
Gianfranco (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 8%
Não sabe: 16%
Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Waldez (PDT): 48%
Capi (PSB): 37%
Cirilo (PSL): 25%
Davi (DEM): 23%
Gianfranco (PSTU): 21%
Não sabe ou prefere não opinar: 3%
Simulações de 2º turno
Davi 45% x 43% Capi
Davi 53% x 33% Waldez
Capi 49% x 37% Waldez
Avaliação do governo
A pesquisa mostra que o governo de Waldez Góes tem a aprovação de 21% dos eleitores entrevistados – no levantamento anterior, divulgado em agosto, o índice era de 18%. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”.

Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 42%, segundo o Ibope. Em agosto esses percentuais eram de 47%.

Jovens arrecadam fundos para o XXI EJC

No dia 7 de setembro,  o grupo  de jovens da Igreja Pioneira,  realizou campanha de arrecadação de fundos para a realização XXI  EJC (Encontro dos Jovens com Cristo) que acontecerá em novembro deste ano.  Os jovens muitos animados venderam café no dia da independência para angariar recursos. Uma das organizadoras a jovem Yasmin  falou a equipe do Blog Pensa Amapá: “o principal propósito do EJC é  buscar ainda mais por Deus, e lembrar que ele é o maior amor que pode existir dentro de nossos corações”.

Campanha solidária para Capitã Josevilma

  • Amigos, a Capitã Josevilma está precisando mais que nunca de nossa ajuda, da nossa união e de nossas orações. A UTI que ela estava sendo transportada não possuía autonomia de voo suficiente e teve que descer para abastecer em Tocantins. Lá se verificou que Josevilma estava com a saturação muito baixa e que o oxigênio na aeronave não era o suficiente para o restante da viagem, ela precisou ser encaminhada a um hospital para atendimento de urgência e posteriormente foi transferida para um hospital particular, pois não havia um coberto pelo plano com a estrutura de UTI que ela precisava. O hospital em São Paulo ainda está aguardando a chegada dela, o que depende da liberação médica em Tocantins e ainda da UTI móvel para fazer o transporte. Considerando o ocorrido com a empresa anterior a família fez contato com outra empresa de melhor estrutura e que pudesse levar a Vilma sem necessidade de parada, esse orçamento está em torno de R$ 50.000,00. Se todos nos unirmos conseguiremos contratar a UTI particular, mas a vida dela precisa de urgência. Doe quanto você puder, hoje é ela, mas amanhã pode ser um de nós. Vamos mostrar nossa União família Polícia Militar.
    Banco do Brasil
    Agência : 1902-X
    Conta Poupança: 107.123-8
    Variação: 51
    Wilker Sathoro P Kawakami
    Obs: na agência no lugar do “X” pode se colocar o “0” (zero). Continue lendo