Empresários gastam até R$ 12 milhões para impulsionar fake news pró Bolsonaro no Whatsapp, diz jornal

Empresários gastam até R$ 12 milhões para impulsionar fake news pró Bolsonaro no Whatsapp, diz jorna
A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e pode levar a cassação da chapa, segundo especialista.

Por Redação

Reportagem de Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo desta quinta-feira (18), revela que um grupo de empresários – entre eles Luciano Hang, dono da Havan – está contratanto empresas para disparar fake news contra o PT para a campanha de Jair Bolsonaro (PSL). A prática é ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela legislação eleitoral, e não declarada.

Na prestação de contas do candidato Jair Bolsonaro (PSL), consta apenas a empresa AM4 Brasil Inteligência Digital, como tendo recebido R$ 115 mil para mídias digitais. Segundo a reportagem, os contratos chegam a R$ 12 milhões e devem fomentar uma grande campanha de ódio contra o PT a partir de domingo (21), na última semana da campanha.

As empresas compram de agências – como a QuickMobile, Yacows, Croc Services e SMS Market – um serviço chamado “disparo em massa”, usando a base de usuários do candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato, com números cedidos de forma voluntária.

Ouvido pela reportagem, Diogo Rais, professor de direito eleitoral da Universidade Mackenzie, diz que a compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada de campanha, o que é vedado.

Ele não comenta casos específicos, mas lembra que dessa forma pode-se incorrer no crime de abuso de poder econômico e, se julgado que a ação influenciou a eleição, levar à cassação da chapa.

Povos indígenas do Amapá e norte do Pará declaram voto em Haddad

  • ELEIÇÕES 2018
  • Lilian Campelo

    Belém (PA)

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    ” Apoiamos o candidato (…) Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade”, afirma nota dos povos indígenas / Divulgação/Agência Brasi

A Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará (APOIANP) declaram voto ao candidato à Presidência da República Fernando Haddad (PT) e veem nas propostas do ex-ministro da Educação sensibilidade às necessidades dos povos indígenas.

Em nota, a APOIANP também enfatiza que teme que o candidato da extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), que atualmente tem mandato de deputado federal, assuma o poder e apoie a revogação da homologação das terras indígenas. Em diversas entrevistas, o candidato do PSL já declarou que pretende frear o processo de demarcação de novas terras indígenas e permitir que eles possam comercializar seus territórios.  

“Não aceitamos que essa proposta de governo repleta de ódio, rancor e intolerância nos marginalize e tente retirar de nós indígenas aquilo que nos é mais importante, nossa liberdade, autonomia, cultura, identidade, organização social, nossa existência e direito de viver em nossas terras hoje e no futuro. Não podemos apoiar essa ameaça às nossas conquistas arduamente alcançadas com luta e diálogo com os governos passados”, informa a nota.

Na semana passada, dia 2, a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) declarou oficialmente apoio a Bolsonaro. Composta por parlamentares da bancada ruralista a frente representa uma ameaça aos direitos dos povos indígenas, como propostas de projetos voltados ao agronegócio que avançam sobre os seus territórios.

A Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará afirma que as propostas do candidato petista abrigam diversidade e respeito aos povos indígenas.

“Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que apresenta uma postura de diálogo aberta e plural, sem exclusão, sem palavras e ações ofensivas. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade e ainda assim nos considerar brasileiros. Pela nossa existência, diga: #elenão! Diga não a esse mal nefasto! ”.

Confira a nota completa da APOIANP

Nós, povos indígenas do Amapá e Norte do Pará, brasileiros originários que vivem nestas terras muito antes do país ser chamado de Brasil, viemos manifestar nossa preocupação frente ao cenário político-eleitoral que está para definir nas próximas semanas os rumos da democracia brasileira e o futuro de nossas aldeias, comunidades e juventude. No passado éramos uma maioria absoluta de pessoas que viviam nestas terras, hoje, vencidos os 500 anos de genocídios promovidos pelas armas e doenças e, que, provocaram a diminuição drástica da população indígena, vivemos um momento de insegurança quanto ao nosso futuro. Nossas conquistas são frutos de nós indígenas em movimento, vieram através de muita luta e enfrentamento ao mundo não indígena, assim como da vida e da morte de tantas lideranças de norte a sul, de leste a oeste.

Juntos representamos uma considerável diversidade cultural e linguística, estatisticamente somos contabilizados em mais de 300 povos distintos, falantes de quase 200 línguas indígenas, mas que apesar das muitas conquistas, sobretudo garantidas na Constituição Federal de 1988, ainda precisamos continuar lutando para a permanência de nossos direitos conquistados pelo sangue de nossos antepassados.

Estamos temerosos com o discurso de ódio e de intolerância que surge entre nós, indígenas e não indígenas, nestas eleições de 2018.

Todos os anos mostramos aos sucessivos governos políticos brasileiros que continuamos existindo, promovemos o Acampamento Terra Livre em Brasília na data em que as escolas costumam comemorar o “dia do índio” – abril indígena – exatamente para mostrar aos governantes do Congresso Nacional que somos vigilantes na garantia de nossos direitos constitucionais e que não aceitaremos a revogação de nenhuma terra! Muitos não índios, representados pela bancada da “bala”, do “boi” e da “bíblia”, continuam invadindo e usurpando nossas terras com o objetivo de transformar o Brasil e a Amazônia numa lavoura de soja ou numa boiada produtiva. Não aceitamos que em “nome de Deus” e da “família” o “inominável” – também conhecido como #elenão – apoie a revogação da homologação de nossas terras, barre a “demarcação já” que dá esperança de futuro às novas gerações. Não aceitamos que essa proposta de governo repleta de ódio, rancor e intolerância nos marginalize e tente retirar de nós indígenas aquilo que nos é mais importante, nossa liberdade, autonomia, cultura, identidade, organização social, nossa existência e direito de viver em nossas terras hoje e no futuro. Não podemos apoiar essa ameaça às nossas conquistas arduamente alcançadas com luta e diálogo com os governos passados.

Queremos viver em nossas terras, sem ameaças veladas e sorrateiras, queremos prosseguir na luta por saúde e educação específica e diferenciada, sem imposições e silenciamentos. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que é sensível as necessidades dos povos indígenas! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que acredita que o Brasil pode abrigar a diversidade que somos e representamos! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que respeita nós povos indígenas como somos, sem querer nos transformar em algo que não queremos! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que acredita na educação para todos, numa educação diferenciada, multilíngue e autônoma! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que não irá nos trair pelas nossas costas, revogando a demarcação e homologação de nossas terras! Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira que apresenta uma postura de diálogo aberta e plural, sem exclusão, sem palavras e ações ofensivas. Apoiamos o candidato a presidência da república brasileira Haddad porque vemos nele um homem capaz de respeitar a nossa diversidade e ainda assim nos considerar brasileiros. Pela nossa existência, diga: #elenão! Diga não a esse mal nefasto!

Macapá, 10 de outubro de 2018.

Articulação e Organização dos Povos Indígenas do Amapá e Norte do Pará (APOIANP)

 

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“Andar com fé”

Estado do Amapá – O círio de Nazaré em Macapá

A primeira procissão do Círio de Nazaré realizada em Macapá aconteceu em 1934, quando as religiosas da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria, ao comando da senhora Éster Benoniel Levy, esposa do então prefeito de Macapá, major Moisés Eliezer Levy. A pesar da cidade já tr seu padroeiro, São José, cuja festa é realizada todo dia 19 de março, a concentração de romeiros do Círio de Nazaré em Macapá concegue ultrapassar, em volume de massa, os penitentes do próprio padroeiro São José, crescendo a cada ano o número de fiéis.
No Estado ele segue a tradição do Pará, sendo realizada a festa sempre no segundo domingo de outubro. Apesar do grande número de romeiros em Macapá, o Círio é uma festa de paraenses. A presença da Virgem andando pelas ruas de Macapá nesse período, é justificável historicamente. É que Macapá pertencia, juntamente com Mazagão, ao Estado do Pará até 1943, quando foi criado o Território Federal do Amapá.
A confecção da indumentária da santa foi, por alguns anos, obras de uma devota fiel, de nome Raimunda Mendes Coutinho, educadora da fase territorial do Amapá, já falecida, e conhecida popularmente por Dona Guita. Mas a exemplo das religiosas da congregação fundada pelo padre Júlio Maria Lombaerde, várias outras congregações como Religiosas de Maria Menina (Bartoloméa), não mediram esforços para que a maior festa religiosa do Estado tivesse, ao longos dos tempos, um colorido maior

INTERESSES NACIONAIS: Amapá, municípios e OAB questionam remanejamento de varas de fronteira para o DF

Por Sérgio Rodas

A decisão da Corregedoria Nacional de Justiça de remover varas federais em regiões de fronteira no Amapá para o Distrito Federal é inconstitucional, pois só poderia ser feita por lei. Além disso, a medida afetaria interesses nacionais e o desenvolvimento da região. Com esses fundamentos, o estado do Amapá, os municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil impetraram mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para evitar a extinção das varas federais nessas duas cidades.

Para entidades, decisão do ministro Noronha (Foto) foi inconstitucional.
Gustavo Lima

No fim de 2017, a Corregedoria Nacional de Justiça, então comandada pelo ministro João Otávio de Noronha, atual presidente do Superior Tribunal de Justiça, questionou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região sobre as varas com percentual de distribuição inferior a 50% de casos novos.

Após obter a resposta, Noronha concedeu liminar para proibir o presidente do TRF-1 de promover a lotação de novos juízes, tanto por promoção quanto por remoção, para as varas únicas de Oiapoque (AP), Laranjal do Jari (AP), Tefé (AM), Tabatinga (AM), Juína (MT); para a 4ª Vara Federal de Macapá (AP), para a 1ª Vara Federal de Guajará-Mirim (RO) e para a 1ª Vara Federal de Diamantino (MT) – todas elas em região de fronteira com outros países. Em sua decisão, o então corregedor nacional sugeriu a realocação das varas para o Distrito Federal. A liminar foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça em fevereiro de 2018.

Um mês e meio depois, a Defensoria Pública da União impetrou mandado de segurança, com pedido de liminar, no Supremo Tribunal Federal contra a decisão do CNJ. De acordo com a DPU, o CNJ não tem competência constitucional para alterar a localização de varas situadas por lei ou por ato do Conselho da Justiça Federal. A entidade enfatizou que a divisão judiciária deve considerar diversos critérios, mas apenas um – o número de processos – estaria sendo levado em conta pelo conselho.

A Defensoria afirmou que remanejar para o Distrito Federal varas criadas com o objetivo de interiorizar a Justiça Federal, atender à Amazônia Legal e as regiões de fronteira viola diversos princípios constitucionais. Entre eles, o princípio federativo, a dignidade da pessoa humana, a separação dos poderes, a justiça social, o acesso à Justiça e os princípios da moralidade e da legalidade.

Porém, o ministro do STF Gilmar Mendes negou, em maio, o pedido da DPU. Segundo ele, o CNJ Conselho Nacional de Justiça tem competência para mudar varas de local e agir da forma que entender ser melhor para o bom funcionamento do Judiciário.

Nova tentativa
No fim de sua gestão como corregedor nacional de Justiça, Noronha determinou, monocraticamente, que o TRF-1 remanejasse as varas de Oiapoque e Laranjal do Jari para a criação de duas varas cíveis no Distrito Federal.

Para evitar essa medida, o estado do Amapá, os municípios de Oiapoque e Laranjal do Jari e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil impetraram, em setembro, outro MS ao Supremo. Na ação constitucional, as partes criticam a decisão de Noronha.

“Em resumo, o antigo corregedor nacional de Justiça pediu providências para ele mesmo e decidiu ele mesmo o mérito do seu pedido, cuja análise é da competência privativa do Plenário do CNJ, mandando o TRF-1 encaminhar para ele mesmo no Conselho da Justiça Federal, que irá presidir como novo presidente do STJ, a proposta dele mesmo de retirar as varas federais dos municípios impetrantes, numa atitude rasteira e açodada que deve ser imediatamente extirpada do mundo jurídico”.

Na visão das entidades, Noronha agiu em conluio com a atual direção do TRF-1 para concretizar um “ato ilegal e arbitrário”, “atropelando” a competência do Plenário do CNJ para prejudicar os moradores de Oiapoque e Laranjal do Jari.

O remanejamento das varas, conforme os autores, viola o princípio da legalidade. Isso porque as varas das cidades do Amapá foram criadas pela Lei 12.011/2009. Assim, não poderiam ser extintas por decisão da Corregedoria Nacional de Justiça.

Noronha apontou dois motivos para justificar o remanejamento das varas para o DF: a baixa movimentação processual delas e seu elevado custo de manutenção.

A primeira razão não faz sentido, criticaram as entidades, uma vez que a movimentação processual não foi levada em conta na decisão pela implementação das varas de fronteira. “O que se levou em conta foi a necessidade pública em assegurar a presença da Justica Federal para proteger os interesses nacionais na região, dirimir conflitos, aplicar a lei, reprimir infrações em detrimento de bens e serviços da União e suas entidades, e, sobretudo, proporcionar o desenvolvimento regional favorecendo um povo que sempre foi abandonado pelo Poder Central”.

Com relação ao segundo ponto, as partes sustentaram que as cidades do Amapá não recebem gastos diretos do governo federal, enquanto o DF é beneficiário de R$ 23,44 bilhões anuais. Em vez de desenvolver a região, o corregedor nacional de Justiça buscou “aumentar as desigualdades regionais, aumentar as desigualdades sociais, construir uma sociedade injusta e individualista, promover o preconceito e a discriminação contra o povo mais pobre do interior do país e açoitar o direito ao desenvolvimento dos municípios impetrantes”.

Clique aqui para ler a íntegra da petição

Raio-x dos parlamentares candidatos do Amapá

O Congresso em Foco apresenta o perfil dos parlamentares que disputam algum mandato eletivo em 2018. Na lista, apresentada por estado, você pode saber como cada candidato se posicionou em algumas das votações mais polêmicas dos últimos anos e se ele responde a algum tipo de acusação criminal. Acompanhe a assiduidade do congressista no primeiro semestre e o quanto cada um gastou de verba pública para cobrir despesas atribuídas ao mandato desde fevereiro de 2015, quando começou a atual legislatura.

Senadores que estão na disputa. Clique no nome é acesse as informações:

Entenda as votações

Deputadas e deputados que estão na disputa

Pesquisa Ibope: Capi, 32%; Waldez, 27% e Davi, 25% Cirilo, 5%, Gianfranco, 1%.

Via G1 – Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Amapá:

Capi (PSB): 32%
Waldez (PDT): 27%
Davi (DEM): 25%
Cirilo (PSL): 5%
Gianfranco (PSTU): 1%
Brancos/nulos: 7%
Não sabe: 3%
A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. Como a margem de erro é de 3% para mais ou para menos, Capi e Waldez estão empatados tecnicamente. Também há empate técnico, dentro da margem de erro, entre Waldez e Davi, no segundo lugar.

No levantamento anterior, feito de 13 a 16 de agosto, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Capi: 33%; Waldez: 26%; Davi: 20%; Cirilo: 4%; Gianfranco: 2%; Brancos/nulos: 12%; Não sabe: 4%.

Sobre a pesquisa desta segunda-feira (17):
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais
Quando a pesquisa foi feita: 14 a 16 de setembro
Registro no TRE: AP‐05769/2018
Registro no TSE: BR‐03187/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Capi (PSB): 27%
Waldez (PDT): 25%
Davi (DEM): 19%
Cirilo (PSL): 3%
Gianfranco (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 8%
Não sabe: 16%
Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Waldez (PDT): 48%
Capi (PSB): 37%
Cirilo (PSL): 25%
Davi (DEM): 23%
Gianfranco (PSTU): 21%
Não sabe ou prefere não opinar: 3%
Simulações de 2º turno
Davi 45% x 43% Capi
Davi 53% x 33% Waldez
Capi 49% x 37% Waldez
Avaliação do governo
A pesquisa mostra que o governo de Waldez Góes tem a aprovação de 21% dos eleitores entrevistados – no levantamento anterior, divulgado em agosto, o índice era de 18%. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”.

Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 42%, segundo o Ibope. Em agosto esses percentuais eram de 47%.

Jovens arrecadam fundos para o XXI EJC

No dia 7 de setembro,  o grupo  de jovens da Igreja Pioneira,  realizou campanha de arrecadação de fundos para a realização XXI  EJC (Encontro dos Jovens com Cristo) que acontecerá em novembro deste ano.  Os jovens muitos animados venderam café no dia da independência para angariar recursos. Uma das organizadoras a jovem Yasmin  falou a equipe do Blog Pensa Amapá: “o principal propósito do EJC é  buscar ainda mais por Deus, e lembrar que ele é o maior amor que pode existir dentro de nossos corações”.

Campanha solidária para Capitã Josevilma

  • Amigos, a Capitã Josevilma está precisando mais que nunca de nossa ajuda, da nossa união e de nossas orações. A UTI que ela estava sendo transportada não possuía autonomia de voo suficiente e teve que descer para abastecer em Tocantins. Lá se verificou que Josevilma estava com a saturação muito baixa e que o oxigênio na aeronave não era o suficiente para o restante da viagem, ela precisou ser encaminhada a um hospital para atendimento de urgência e posteriormente foi transferida para um hospital particular, pois não havia um coberto pelo plano com a estrutura de UTI que ela precisava. O hospital em São Paulo ainda está aguardando a chegada dela, o que depende da liberação médica em Tocantins e ainda da UTI móvel para fazer o transporte. Considerando o ocorrido com a empresa anterior a família fez contato com outra empresa de melhor estrutura e que pudesse levar a Vilma sem necessidade de parada, esse orçamento está em torno de R$ 50.000,00. Se todos nos unirmos conseguiremos contratar a UTI particular, mas a vida dela precisa de urgência. Doe quanto você puder, hoje é ela, mas amanhã pode ser um de nós. Vamos mostrar nossa União família Polícia Militar.
    Banco do Brasil
    Agência : 1902-X
    Conta Poupança: 107.123-8
    Variação: 51
    Wilker Sathoro P Kawakami
    Obs: na agência no lugar do “X” pode se colocar o “0” (zero). Continue lendo

Plano de saúde não pode recusar tratamento com base em uso off label de medicamento

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a operadora de plano de saúde não pode negar cobertura a tratamento prescrito por médico, sob o fundamento de que o medicamento a ser utilizado está fora das indicações descritas em bula registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ao negar provimento a um recurso especial da Amil, o colegiado manteve a obrigação de que a operadora forneça o medicamento Temodal, destinado a tratamento de câncer. O uso de medicamentos para situações não previstas na bula é conhecido como off label.

Segundo a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, a autoridade responsável por decidir sobre a adequação entre a enfermidade do paciente e as indicações da bula é o médico, e não a operadora do plano de saúde.

Prejuízo inaceitável

“Autorizar que a operadora negue a cobertura de tratamento sob a justificativa de que a doença do paciente não está contida nas indicações da bula representa inegável ingerência na ciência médica, em odioso e inaceitável prejuízo do paciente enfermo”, disse a relatora.

Nancy Andrighi afirmou que a conduta da operadora, supostamente justificada por resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “chega ao absurdo de envolver os limites de interpretação da bula diante de uma situação concreta”. Segundo a ministra, a situação analisada ilustra perfeitamente os riscos que a ingerência da operadora pode gerar para a vida e a saúde de pacientes.

No caso, a segurada ajuizou a ação depois que a operadora se negou a fornecer a medicação Temodal, prescrita pelo médico oncologista para tratar neoplasia maligna do encéfalo. Em primeira e segunda instância, a operadora foi condenada a fornecer o medicamento e a pagar R$ 2.500 por danos morais.

Experimental

A Amil alegou que o Temodal é um tratamento experimental, vedado pela Lei dos Planos de Saúde e por resoluções da ANS. Afirmou também que se trata de tratamento off label, isto é, o fármaco não tem indicação para o caso para o qual o médico o prescreve, assumindo o profissional o risco por eventuais danos causados ao paciente.

O caráter experimental previsto na Lei dos Planos de Saúde, segundo a ministra, diz respeito ao tratamento clínico ou cirúrgico incompatível com as normas de controle sanitário ou, ainda, àquele não reconhecido como eficaz pela comunidade científica. De acordo com a relatora, esse não é o caso do Temodal, que tem registro na Anvisa.

A ministra destacou que, ao analisar a alegação, as instâncias ordinárias concluíram não haver prova de que o tratamento seja experimental. Ela acrescentou que a atitude da operadora, além de não ter fundamento na Lei 9.656/98, coloca o consumidor em desvantagem exagerada, situação prevista no artigo 51, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor.

Nancy Andrighi afirmou ainda que a delicada situação vivenciada pela paciente evidenciou a condição de dor e abalo psicológico e gerou prejuízos à sua saúde já combalida, configurando dano moral passível de compensação. O valor de R$ 2.500 só não foi alterado porque não houve pedido nesse sentido.

Leia o voto da relatora

“Haddad está condenado a crescer”, diz Antonio Lavareda

Por Luis Nassif Online
GGN
Antonio Lavareda Cientista-político ligado à XP Investimentos/Ipespe avalia cenário de crescimento para candidatos do PT e PSDB
 
Jornal GGN – A mudança nas regras de propaganda eleitoral deste ano explica a monotonia das curvas nas intenções de voto. Este é o primeiro de muitos anos eleitorais sem propaganda partidária eleitoral no primeiro semestre. Com isso, o impacto só será sentido a partir do dia 31 de agosto, quando começam as campanhas gratuitas dos candidatos nas rádios e TVs. A avaliação é do cientista político e um dos principais analistas de pesquisas eleitorais no país, Antonio Lavareda, ligado à XP Investimentos/Ipespe, em entrevista para o Jornal do Brasil, pontuando que “foi um grande erro dos partidos” ter acabado com as propagandas partidárias no primeiro semestre.
 
O resultado, pondera, é “um quadro de grande estabilidade das intenções de voto”, onde apenas o ex-presidente Lula cresceu nas pesquisas de intenção de voto. “No primeiro cenário com Lula, ele aparece mais forte. Mas se você faz um cenário como a XP Investimentos/Ipespe faz, ele aparece mais fraco. Jair Bolsonaro e Marina Silva têm tido alteração, mas sem destaque. Nós só teremos isso com o início da propaganda”.
 
Para o cientista político, Fernando Haddad (PT) será beneficiado por votos herdados do ex-presidente Lula e Geraldo Alckmin (PSDB) pelo maior espaço no horário gratuito de TV e rádio, angariado por sua base de partidos. Desse modo, os dois são fortes candidatos para disputar a entrada no segundo turno.
 
Lavareda acredita, entretanto, que a disputa para o segundo turno não ficará restrita aos candidatos do PT e PSDB: a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) têm influência no cenário, porém este último poderá sofrer algum declínio com pouco tempo de televisão, com dificuldade no voto feminino e entre os negros.
 
O potencial de Alckmin, deverá se concentrar no eleitorado que usará o “voto estratégico”, ou seja, aqueles que não vão direcionar seu poder eleitoral para os candidatos que preferem, mas para aqueles que têm mais chances de chegar ao segundo turno e que representam suas preferências ideológicas.
 
“Vai haver uma grande chance de o eleitor do Alvaro Dias (Podemos) e do João Amoedo (Novo) transferir seu voto para o Alckmin”, disse. Portanto, quem menos tem chances de desempenho em todo o cenário é o ex-governador Ciro Gomes (PDT) que, como analisou recentemente Luis Nassif aqui no GGN, pode ter perdido sua última chance de chegar ao Planalto quando recusou aliança para compor chapa com o PT.
 
Lavareda diz que o fraco desempenho de Ciro é explicado pelo disputa direta com Lula, destacando que nas últimas eleições seu desempenho ficou entre 9% e 12%, abaixo de Marina, que ficou entre 19% e 21%, em 2010 e 2014. Ao mesmo tempo, não acha que a candidata da Rede terá neste ano o mesmo desempenho dos anos anteriores.
 
“Vai depender de quanto vai aguentar ali no meio da campanha. Se o Alckmin não for eficiente, o eleitor pode ficar tentado a ir com a Marina, porque ela deve ter bom desempenho no primeiro turno”. Por outro lado, cientista político entende que os eleitores mais à direita dificilmente votam em Marina.
 
“Ela é a maior beneficiada na ausência do Lula. Mas o Haddad está condenado a crescer, e ele cresce, sobretudo, no eleitorado da Marina hoje. A maior parte dos votos do Lula irá para o Haddad. Uma parte residual vai para outros, mas mais para abstenção do que para outro candidato. A grande chance é de que o eleitor mais pobre do Lula, que não se vê no Alckmin, por exemplo, não vote em ninguém”.
 
O cientista político divide a dinâmica da propaganda eleitoral em dois “grandes players”, o primeiro, da televisão e do rádio, onde Geraldo Alckmin tende a absorver mais eleitores, e o das redes sociais, onde a vantagem é de Bolsonaro, mas seu eleitorado já está cativo. Ao mesmo tempo, acredita no potencial do Partido dos Trabalhadores em chegar no segundo turno.
 
“Existem dois candidatos cujo crescimento é inevitável, embora não saibamos que patamar atingirão. Primeiro caso é o Alckmin, por conta desse tempo de TV e rádio, o segundo caso é o Fernando Haddad, por causa da transferência de votos do Lula, que não sabemos quando vai ser realizado”.
 
Neste último caso, da transferência de votos, Lavareda afirma que há “grande possibilidade” de Haddad alcançar 15% ou mais das intenções de voto, lembrando que o Datafolha aponta 30% de eleitores certos quando o candidato mencionado é Lula, já a XP, quando diz que Haddad é o candidato do ex-presidente, mostra o paulista angariando entre 13% e 15% das intenções de voto. A transferência, portanto, “vai depender de uma grande criatividade da campanha petista”, reflete.
 
“O Lula não pode fazer campanha efetivamente. Ele gravou algumas cenas. É um material bem diferente do que havia na campanha da Dilma Rousseff, em 2010”, completa.

Deu em um Blog do Pará: Prof. Jucicleber Castro vai disputar uma vaga para deputado federal (AP)

Via Blog Ananindeuadebates

  • Jucicleber Castro, é um dos nomes fortes para deputado federal pelo Amapá: Professor e Engenheiro, com fortes laços no Pará, formou-se pela UFPA, foi militante do movimento estudantil, se destacou na luta pela conquista da meia passagem na década de 80, com atuação nas cidades de Afuá, Breves, Chaves, Almerim, Monte Dourado, Vigia, Gurupá, e no seu estado Amapá. Trabalhou em várias empresas de telecomunicações,  hoje é professor  na Universidade Federal do Amapá e na Faculdade de Macapá, ambas no curso de engenharia elétrica. Jucicleber  também foi Diretor Técnico da Companhia de Eletricidade do Amapá de 2011 a 2014, colunista (licenciado) do Blog Pensa Amapá.

AMAPÁ O ESTADO MAIS INEFICIENTE DO BRASIL

FONTE: Folha de São Paulo

Ferramenta inédita lançada pela Folha e o Datafolha mostra quais estados entregam mais educação, saúde, infraestrutura e segurança à população utilizando o menor volume de recursos financeiros.

O REE-F (Ranking de Eficiência dos Estados – Folha) considera 17 variáveis agrupadas em 6 componentes para calcular a eficiência na gestão dos 26 estados e detalha ainda a situação das finanças de cada um deles.

Numa escala de 0 a 1, cinco estados ultrapassam 0,50 e, por isso, podem ser considerados “eficientes” -Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo. Outros seis mostram “alguma eficiência” no uso de seus recursos e os demais 15 podem ser considerados “pouco eficientes” ou “ineficientes”. Ficando o AMAPÁ em último lugar

O objetivo do REE-F é quantificar o cumprimento, pelos governos estaduais, de funções básicas e previstas em lei segundo seus recursos financeiros.

Aparecem mais bem posicionados os estados que gastam menos, por exemplo, para ter mais jovens na escola, médicos e leitos em hospitais, redes de água e esgoto, melhores rodovias e menores índices de violência.

A partir do cruzamento com a atividade econômica dos estados, o REE-F mostra que aqueles que mantêm ou que ampliaram sua base industrial e de serviços na composição do PIB (Produto Interno Bruto), com impacto positivo na arrecadação de impostos, tendem a ser mais eficientes. Já os que têm a agricultura, a administração pública e os repasses da União como principais fontes de receita se saem pior.

Além de mostrar correlação com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU, o REE-F revela que altas taxas de mortalidade infantil e homicídios são os sinais mais fortes da ineficiência de um estado. E que aqueles que possuem receita per capita maior não são necessariamente os com melhor desempenho.

O trabalho traz ainda um amplo panorama das dificuldades dos estados, com a queda na receita e investimentos na crise econômica, e a explosão das despesas com o aumento do funcionalismo ativo e inativo.

Com cada vez menos receitas disponíveis para o básico, os estados têm à frente um desafio inédito: quase a metade dos servidores está em idade de se aposentar, colocando em xeque o atendimento à população.

Candidatos na Internet: sem ideias ou propostas, muitos se parecem, até nas caras e bocas

Poucos, bem poucos candidatos, sabem explorar o potencial das redes sociais para mostrar-se aos eleitores e com eles interagir. A grande maioria entende que ter 5 mil, 10 mil seguidores é suficiente.

E pensa que isso naturalmente se traduz em votos na urna, em outubro próximo. É um grande erro, ou falta completa de planejamento. Todas as projeções e pesquisas mostraram que Facebook, Instagram, Twitter e outras ferramentas, se bem trabalhadas – e com pouco dinheiro – dariam retorno aos candidatos.

Eles desprezaram a oportunidade. E devem pagar caro por isso. A campanha eleitoral na Internet começou com a inflação de caras e números, mas sem ideias ou propostas.

O investimento maior na imagem foi no salão de beleza para se mostrar da melhor maneira. Há até quem apareça com foto antiga, para torná-la mais remoçada, usando o Photoshop.

É o “me engana que eu gosto”, tentando tapear o eleitor. Poucos fazem a diferença, atuam com criatividade.

Quase todos, muito parecidos. Só mudam os números. E siglas partidárias

Morre Aretha Franklin, aos 76 anos A rainha do ‘soul’ foi a última grande diva da idade de ouro da música afro-americana

Via El País
Morreu, nesta quinta-feira, 16, a cantora Aretha Franklin, última estrela viva na era de ouro da música negra nos EUA. Filha de um conhecido reverendo, ela começou a cantar no coro da igreja de seu pai e abalou a cena musical dos anos 60, introduzindo recursos do gospel em música secular, com sucessos lendários como Respect ou (You make me feel) A natural woman.
Franklin, de 76 anos, anunciou sua aposentadoria no início de 2017, com a ideia de limitar a sua agenda a poucas e bem selecionadas apresentações, mas mesmo essas tiveram de ser canceladas este ano por recomendação médica. Por isso não pôde se apresentar em março em Newark, como estava previsto, nem em abril no festival de jazz de Nova Orleans. Ela teve um câncer de pâncreas em 2010.
Seu estrelato começou na década de 1960, a bordo de criações que marcaram a chegada do gospel à música secular. Nascida em 1942 em Memphis, Tennessee, ela cresceu em Detroit, a outrora rica metrópole dos carros e da música. Era de uma das muitas famílias afro-americanas que migraram do sul para o norte dos EUA com o boom industrial. Seu pai, o reverendo Clarence LeVaughn Franklin, era um pregador famoso muito próximo de Martin Luther King, apesar das alegações de maus-tratos a mulheres que pairam sobre a sua figura.
Aqueles anos marcaram a vida de Aretha Franklin, que começou a cantar na igreja e sempre foi uma ativista em favor dos direitos civis, com o presidente Barack Obama como um de seus maiores admiradores. Sua última apresentação aconteceu em novembro passado, em Nova York, no aniversário de 25 anos da Elton John AIDS Foundation. Há 30 anos não se apresenta fora dos Estados Unidos por causa de sua lendária fobia de voar.

Defesa de Favreto ironiza “superpoderes” de Moro e cobra investigação contra PF

  • Jornal GGN – A defesa do desembargador Rogério Favreto, que concedeu, no plantão do TRF-4, um habeas corpus em favor da liberdade de Lula que foi desobedecido após articulação de Sergio Moro e de outros entusiastas da Lava Jato, sustentou no Conselho Nacional de Justiça que os agentes da Polícia Federal que se recusaram a cumprir a ordem devem ser investigados. Ele também ironizou os “superpoderes” de Moro, afirmando que o “juiz de piso” não deveria ser audacioso a ponto de interver em decisão de juiz de tribunal superior.
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  • No CNJ, Favreto responde a uma ação que investiga o imbróglio que ocorreu no dia 8 de julho, em torno da concessão de habeas corpus em caráter liminar a Lula. Moro, em associação com a PF em Curitiba e a cúpula do TRF-4 (o presidente Thompson Flores e o relator da Lava Jato João Gebran Neto) agiram para evitar que o ex-presidente fosse colocado em liberdade.
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  • “Estranhamente, como descrevemos, sua ordem não foi cumprida pela carceragem do ex-presidente, que decidiu consultar o juiz Sergio Moro, alçado a figura mitológica que combate o mal, como se fosse uma autoridade superior. Este ato de desrespeito à ordem judicial por uma autoridade policial deveria ser apurado pela Corregedoria da Policia Federal”, sustentou a defesa de Favreto.
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  • “Sublinhe-se aqui a gravidade do que este procedimento pode apurar: como é possível permitir que a polícia descumpra uma ordem judicial porque o agente policial decidiu ‘consultar’ um juiz de primeiro grau que se encontrava em férias? Existe uma nova organização judiciária que coloca um juiz de piso como autoridade judicial que precisa ser consultada quando um magistrado do Tribunal emite uma ordem judicial? E o juiz com superpoderes poderia ter sequer respondido ao questionamento da polícia? Lógico que não!”, acrescentou.
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  • Ainda segundo o jornal, Gebran, por sua vez, alegou que só se meteu na guerra jurídica porque teria entendido que Favreto foi “levado ao erro” pelos requerentes do habeas corpus. Esse erro, na visão do desembargador que costuma ratificar as decisões de Moro, estava relacionado com o “fato novo” sobre a candidatura de Lula. Na mídia, espalhou-se a ideia de que a candidatura não era novidade alguma. Mas o que estava em jogo eram ações paradas na Vara de Execução Penal, sob Carolina Lebbos, que vinha protelando pedidos para Lula conceder entrevistas, entre outros direitos políticos.
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  • “O suposto fato novo que justificou o deferimento da liminar no HC – condição de pré-candidato à Presidência da República por Luiz Inácio Lula da Silva – nada tem de ‘novo’, tendo sido divulgado em 25.01.2018, um dia após o julgamento da apelação criminal pela 8ª Turma, pelo Partido do Trabalhadores o lançamento da pré-candidatura do paciente, além de ter sido suscitado e enfrentado ao longo de toda a ação penal e no julgamento da apelação criminal a alegação de que o processo estaria sendo utilizado como meio de perseguição política”, apontou a defesa de Gebran..