Raio-x dos parlamentares candidatos do Amapá

O Congresso em Foco apresenta o perfil dos parlamentares que disputam algum mandato eletivo em 2018. Na lista, apresentada por estado, você pode saber como cada candidato se posicionou em algumas das votações mais polêmicas dos últimos anos e se ele responde a algum tipo de acusação criminal. Acompanhe a assiduidade do congressista no primeiro semestre e o quanto cada um gastou de verba pública para cobrir despesas atribuídas ao mandato desde fevereiro de 2015, quando começou a atual legislatura.

Senadores que estão na disputa. Clique no nome é acesse as informações:

Entenda as votações

Deputadas e deputados que estão na disputa

Pesquisa Ibope: Capi, 32%; Waldez, 27% e Davi, 25% Cirilo, 5%, Gianfranco, 1%.

Via G1 – Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (17) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo do Amapá:

Capi (PSB): 32%
Waldez (PDT): 27%
Davi (DEM): 25%
Cirilo (PSL): 5%
Gianfranco (PSTU): 1%
Brancos/nulos: 7%
Não sabe: 3%
A pesquisa foi encomendada pela Rede Amazônica. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral. Como a margem de erro é de 3% para mais ou para menos, Capi e Waldez estão empatados tecnicamente. Também há empate técnico, dentro da margem de erro, entre Waldez e Davi, no segundo lugar.

No levantamento anterior, feito de 13 a 16 de agosto, os percentuais de intenção de votos eram os seguintes: Capi: 33%; Waldez: 26%; Davi: 20%; Cirilo: 4%; Gianfranco: 2%; Brancos/nulos: 12%; Não sabe: 4%.

Sobre a pesquisa desta segunda-feira (17):
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais
Quando a pesquisa foi feita: 14 a 16 de setembro
Registro no TRE: AP‐05769/2018
Registro no TSE: BR‐03187/2018
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro
0% significa que o candidato não atingiu 1%. Traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Capi (PSB): 27%
Waldez (PDT): 25%
Davi (DEM): 19%
Cirilo (PSL): 3%
Gianfranco (PSTU): 0%
Brancos/nulos: 8%
Não sabe: 16%
Rejeição
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices no levantamento feito entre 14 a 16 de setembro:

Waldez (PDT): 48%
Capi (PSB): 37%
Cirilo (PSL): 25%
Davi (DEM): 23%
Gianfranco (PSTU): 21%
Não sabe ou prefere não opinar: 3%
Simulações de 2º turno
Davi 45% x 43% Capi
Davi 53% x 33% Waldez
Capi 49% x 37% Waldez
Avaliação do governo
A pesquisa mostra que o governo de Waldez Góes tem a aprovação de 21% dos eleitores entrevistados – no levantamento anterior, divulgado em agosto, o índice era de 18%. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”.

Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 42%, segundo o Ibope. Em agosto esses percentuais eram de 47%.

Jovens arrecadam fundos para o XXI EJC

No dia 7 de setembro,  o grupo  de jovens da Igreja Pioneira,  realizou campanha de arrecadação de fundos para a realização XXI  EJC (Encontro dos Jovens com Cristo) que acontecerá em novembro deste ano.  Os jovens muitos animados venderam café no dia da independência para angariar recursos. Uma das organizadoras a jovem Yasmin  falou a equipe do Blog Pensa Amapá: “o principal propósito do EJC é  buscar ainda mais por Deus, e lembrar que ele é o maior amor que pode existir dentro de nossos corações”.

Campanha solidária para Capitã Josevilma

  • Amigos, a Capitã Josevilma está precisando mais que nunca de nossa ajuda, da nossa união e de nossas orações. A UTI que ela estava sendo transportada não possuía autonomia de voo suficiente e teve que descer para abastecer em Tocantins. Lá se verificou que Josevilma estava com a saturação muito baixa e que o oxigênio na aeronave não era o suficiente para o restante da viagem, ela precisou ser encaminhada a um hospital para atendimento de urgência e posteriormente foi transferida para um hospital particular, pois não havia um coberto pelo plano com a estrutura de UTI que ela precisava. O hospital em São Paulo ainda está aguardando a chegada dela, o que depende da liberação médica em Tocantins e ainda da UTI móvel para fazer o transporte. Considerando o ocorrido com a empresa anterior a família fez contato com outra empresa de melhor estrutura e que pudesse levar a Vilma sem necessidade de parada, esse orçamento está em torno de R$ 50.000,00. Se todos nos unirmos conseguiremos contratar a UTI particular, mas a vida dela precisa de urgência. Doe quanto você puder, hoje é ela, mas amanhã pode ser um de nós. Vamos mostrar nossa União família Polícia Militar.
    Banco do Brasil
    Agência : 1902-X
    Conta Poupança: 107.123-8
    Variação: 51
    Wilker Sathoro P Kawakami
    Obs: na agência no lugar do “X” pode se colocar o “0” (zero). Continue lendo

Plano de saúde não pode recusar tratamento com base em uso off label de medicamento

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a operadora de plano de saúde não pode negar cobertura a tratamento prescrito por médico, sob o fundamento de que o medicamento a ser utilizado está fora das indicações descritas em bula registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ao negar provimento a um recurso especial da Amil, o colegiado manteve a obrigação de que a operadora forneça o medicamento Temodal, destinado a tratamento de câncer. O uso de medicamentos para situações não previstas na bula é conhecido como off label.

Segundo a relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, a autoridade responsável por decidir sobre a adequação entre a enfermidade do paciente e as indicações da bula é o médico, e não a operadora do plano de saúde.

Prejuízo inaceitável

“Autorizar que a operadora negue a cobertura de tratamento sob a justificativa de que a doença do paciente não está contida nas indicações da bula representa inegável ingerência na ciência médica, em odioso e inaceitável prejuízo do paciente enfermo”, disse a relatora.

Nancy Andrighi afirmou que a conduta da operadora, supostamente justificada por resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), “chega ao absurdo de envolver os limites de interpretação da bula diante de uma situação concreta”. Segundo a ministra, a situação analisada ilustra perfeitamente os riscos que a ingerência da operadora pode gerar para a vida e a saúde de pacientes.

No caso, a segurada ajuizou a ação depois que a operadora se negou a fornecer a medicação Temodal, prescrita pelo médico oncologista para tratar neoplasia maligna do encéfalo. Em primeira e segunda instância, a operadora foi condenada a fornecer o medicamento e a pagar R$ 2.500 por danos morais.

Experimental

A Amil alegou que o Temodal é um tratamento experimental, vedado pela Lei dos Planos de Saúde e por resoluções da ANS. Afirmou também que se trata de tratamento off label, isto é, o fármaco não tem indicação para o caso para o qual o médico o prescreve, assumindo o profissional o risco por eventuais danos causados ao paciente.

O caráter experimental previsto na Lei dos Planos de Saúde, segundo a ministra, diz respeito ao tratamento clínico ou cirúrgico incompatível com as normas de controle sanitário ou, ainda, àquele não reconhecido como eficaz pela comunidade científica. De acordo com a relatora, esse não é o caso do Temodal, que tem registro na Anvisa.

A ministra destacou que, ao analisar a alegação, as instâncias ordinárias concluíram não haver prova de que o tratamento seja experimental. Ela acrescentou que a atitude da operadora, além de não ter fundamento na Lei 9.656/98, coloca o consumidor em desvantagem exagerada, situação prevista no artigo 51, inciso IV, do Código de Defesa do Consumidor.

Nancy Andrighi afirmou ainda que a delicada situação vivenciada pela paciente evidenciou a condição de dor e abalo psicológico e gerou prejuízos à sua saúde já combalida, configurando dano moral passível de compensação. O valor de R$ 2.500 só não foi alterado porque não houve pedido nesse sentido.

Leia o voto da relatora