Candidatos na Internet: sem ideias ou propostas, muitos se parecem, até nas caras e bocas

Poucos, bem poucos candidatos, sabem explorar o potencial das redes sociais para mostrar-se aos eleitores e com eles interagir. A grande maioria entende que ter 5 mil, 10 mil seguidores é suficiente.

E pensa que isso naturalmente se traduz em votos na urna, em outubro próximo. É um grande erro, ou falta completa de planejamento. Todas as projeções e pesquisas mostraram que Facebook, Instagram, Twitter e outras ferramentas, se bem trabalhadas – e com pouco dinheiro – dariam retorno aos candidatos.

Eles desprezaram a oportunidade. E devem pagar caro por isso. A campanha eleitoral na Internet começou com a inflação de caras e números, mas sem ideias ou propostas.

O investimento maior na imagem foi no salão de beleza para se mostrar da melhor maneira. Há até quem apareça com foto antiga, para torná-la mais remoçada, usando o Photoshop.

É o “me engana que eu gosto”, tentando tapear o eleitor. Poucos fazem a diferença, atuam com criatividade.

Quase todos, muito parecidos. Só mudam os números. E siglas partidárias

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